Nestes dias que antecedem a Greve Geral de 11 de Dezembro, os dirigentes do SPZS têm feito chegar às escolas e Agrupamentos da zona sul, a informação sobre o pacote laboral que o governo se prepara para aprovar e as razões que levaram as organizações sindicais filiadas na CGTP-IN a apelar à forte participação dos trabalhadores da Educação nesta luta.
A decisão surge na sequência da intenção do Governo de avançar com um Pacote Laboral que representa, segundo os sindicatos da FENPROF, “um grave retrocesso social e civilizacional”, por facilitar despedimentos, agravar a precariedade, desregular horários com o banco de horas individual, restringir o direito à greve através de serviços mínimos abusivos, desvalorizar salários e fragilizar a contratação coletiva.
Para os profissionais da Educação, estas medidas têm impacto direto num setor já profundamente marcado pela desvalorização das carreiras, pela instabilidade contratual, pela sobrecarga burocrática e pela falta de condições nas escolas e instituições de ensino.




