Podes inscrever-te nos transportes através do seguinte link:
https://forms.gle/P85EjpCKgpSwxiMv7
ÉVORA: 10h30 ÉVORA, MONTE ALENTEJANO – 11h00 MONTEMOR, PARQUE URBANO – 11h30 VENDAS NOVAS; RODOVIÁRIA
PORTALEGRE: 10h00 ESTACIONAMENTO, MERCADO MUNICIPAL – 10h30 MONFORTE, FARMÁCIA – 11h00 ESTREMOZ, CONTINENTE
BEJA: 8h30 SERPA, ABEGOARIA – 9h00 BEJA, PISCINAS – 9h30 FERREIRA DO ALENTEJO, RODOVIÁRIA
FARO: VRSA (paragem junto ao rio) – 07h15 | TAVIRA (terminal rodoviário) – 07h45 | OLHÃO (junto à Conforama) – 08h00 | LOULÉ (junto ao LIDL) – 08h20 | FARO (parque de estacionamento Teatro Municipal) – 08h15 | LAGOS (rotunda das cadeiras) – 07h30 | PORTIMÃO (terminal rodoviário) – 08h00 | VALE PARAÍSO – 09h00 | LAGOA (terminal rodoviário) – 08h15 | SILVES (terminal rodoviário) – 08h30 | MESSINES (terminal rodoviário) – 09h00
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As relações no mundo do trabalho têm sofrido ao longo dos anos um conjunto de alterações que, de forma consecutiva, se tem caracterizado por recuos e fragilização dos direitos dos trabalhadores.
É por demais evidente que as opções políticas que têm sido seguidas não têm trazido para os trabalhadores aquilo que se espera de uma sociedade avançada, nem promovido o desenvolvimento do país. Bem pelo contrário.
Em 4,5 milhões de trabalhadores existem já hoje cerca de 2 milhões com horários de trabalho desregulados, trabalham aos sábados, domingos feriados, trabalho por turnos e nocturno; 1,3 milhões de trabalhadores têm vínculos de trabalho precário, o que faz de Portugal dos países da UE onde o recurso a este tipo de vinculo mais se faz notar; a contratação colectiva está cada vez mais fragilizada e o número de trabalhadores com salários actualizados fruto da sua revisão é reduzido (menos de 1 em cada 5), conduzindo à realidade dos baixos salários. Isto num país onde o custo de vida não para de aumentar.
A fixação do governo de insistir em levar por diante esta revisão da legislação laboral, que não encontra na sociedade e nos trabalhadores respaldo para a mesma demonstra, não uma necessidade, não uma legitimidade, mas sim um retrocesso que os trabalhadores recusaram na grande Greve Geral realizada no passado dia 11 de Dezembro e na entrega ao Primeiro-ministro de mais de 192 mil assinaturas de rejeição a este pacote laboral.
Ao contrário do que tem sido dito vezes sem conta pelo governo, outro caminho, outro rumo, é possível para o pais e para os trabalhadores. A CGTP-IN apresentou, por mais que uma vez, um conjunto de propostas de revisão da actual legislação laboral que permitem, essas sim, avanços significativos para quem trabalha e procura a estabilidade necessária para construir uma vida com futuro e para o desenvolvimento do País.
Nesse sentido reafirmamos propostas e soluções numa perspectiva de valorização, de avanços e de respostas aos problemas concretos dos trabalhadores, as exigências necessárias para romper com este caminho de degradação e de retrocesso que este pacote laboral significa.
excerto da Posição da CGTP-IN sobre o Pacote Laboral